Seg 20 Jul 2009

Ciclo Pneumático e radiativo do "Rock de Massa"

por Antonio Ó Urso

“Tudo é um ciclo”, acho que já ouvi esta máxima milhares de vezes, principalmente envolvendo o mercado musical. Este texto pode se auto-rotular como um artigo de esperança a todas as bandas que por motivos comerciais estão à margem da moda e das tendências confeccionadas pela demanda de consumo e ainda para reforçar a frase “o rock não morreu”.


Por ser um ciclo, invista no seu som, acredite no que você faz. Você pode contar com a sorte e estar rente à membrana citoplasmática, como um vírus, na hora que a roda gigante do rock recomeçar - um novo ciclo – isto é a chamada sorte! Por mais que se force goela abaixo novas tendências, que não passam de resquícios de “dejavu” mais a ausência de originalidade, nada é garantia de sucesso. Tudo passa, e pode ter certeza que depois da complicação sonora que acontece em todo final de ciclo o rock simples, fácil e sem frescuras: remove e renove a ausência criativa “Um, dois, três, quatro”.  Então se fosse pra apostar num estilo, apostaria no rock simples, distorção, vocal, baixo, batera e guitarra.


A depressão “emocional" pré-crise se foi, a onda colorido e puro está chegando e estacionando na vaga deixada pelo seu antecessor, mas não cometa o erro de rotular e menosprezar qualquer estilo que seja, pois é tudo parte de um grande ciclo. Se um dia surgiu um Ramones foi devido à psicodélica prolongada dos solos eternos de algumas guitarras. 


Tenha paciência. 


Enquanto isso se fosse seguir um conselho seria "use filtro solar".


 


Até a próxima,

Antonio Ó Urso


 

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